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By Silvano Silva ✔ | sábado, 30 de agosto de 2014 | Posted in | With 0 comments


Com reajuste, botijão passa a custar R$ 45. Já o combustível sobe para R$ 1,87 o metro.

O orçamento dos paraibanos terá mais dois reajustes este mês. Já está em vigor o aumento médio de 1,12% do Gás Natural comercializado pela Companhia Paraibana de Gás (PBGás) e, a partir de segunda-feira, o gás de cozinha (GLP) estará 12% mais caro. A alta do Gás Natural representa o repasse do aumento de 1,59% da Petrobras. Já a mudança do gás de cozinha está ligada ao aumento das distribuidoras em 9,7%.
O custo médio do botijão de gás de cozinha (13 kg) no Estado é R$ 40,00 e com o reajuste o novo valor ficará em cerca de R$ 45,00. “O dia 1º de setembro é a data base do dissídio coletivo das distribuidoras, cuja alta este ano foi de 9,7%. Então estamos repassando este aumento. Apenas 2,3% é para cobrir uma parte mínima das despesas da parte operacional das revendas, que inclui gasto como folha de empregados e despesa com combustível”, afirmou o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás GLP da Paraíba (Sinregás-PB), Marcos Antônio Bezerra.
Segundo Marcos Antonio Bezerra, mensalmente são vendidos 600 mil botijões de gás de cozinha no Estado e no total existem 1.200 pontos de vendas legalizados, 300 deles somente na capital paraibana. O Sinregás-PB informou que o reajuste aplicado pelas distribuidoras tem a finalidade de cobrir os custos operacionais das empresas, que sofre o impacto da inflação acumulada nos últimos 12 meses e das despesas com folha de pagamento dos funcionários, em função do dissídio coletivo da categoria.
Marcos Antônio Bezerra, explicou que apesar do aumento, o valor do gás de cozinha vendido na Paraíba é o menor do Brasil, porque os revendedores vêm absorvendo parte dos custos ao longo dos anos para evitar o repasse de um reajuste maior para o consumidor final.
Ele lembrou que o percentual do último aumento anual, também aplicado pelas distribuidoras, foi de 9,7% em setembro do ano passado. "Como revendedores, torcemos para que a Petrobras consiga manter a estabilidade dos preços nos próximos meses. Mas, sabemos que tudo depende de vários aspectos ligados à questão da economia do país”, afirmou Marcos Antônio.
A direção do Sinregás orienta que o cidadão exija no momento da compra, o cupom fiscal. “Esse é um mecanismo de defesa do consumidor, pois através desse documento, ele tem assegurado o cumprimento dos direitos previstos em lei”, complementou Marcos Antônio.

REAJUSTES TAMBÉM PARA AS INDÚSTRIAS
A alteração do preço do Gás Natural foi publicada ontem no Diário Oficial do Estado e atinge o Gás Natural Veicular (1,26%), Gás Natural Comprimido (1,36%) e o segmento industrial (0,64%). O aumento não atinge as áreas comerciais nem residenciais.
Atualmente há posto de combustível que cobra R$ 1,85 pelo metro cúbico do GNV. Para abastecer um automóvel com um cilindro de 16 metros cúbicos gasta-se R$ 29,60. Com o aumento, o valor do metro cúbico passa para R$ 1,87 e a despesa total sobe para cerca de R$ 30,00.
De acordo com o gerente de tarifas e preços da PBGás, Ricardo Vieira, o reajuste para os segmentos comerciais e residenciais são anuais. O próximo irá ocorrer em novembro deste ano. “A mudança de preço representa o repasse do aumento da Petrobras que ocorre trimestralmente. Este último ocorreu no dia 1º de agosto e foi de 1,59%”, explicou Ricardo Vieira.

Com o Jornal da Paraiba
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201408290705250000002988Enquete da OCDE revela que 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana.

Uma pesquisa global feita com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos) põe Brasil no topo de um ranking de violência em escolas.
Na enquete da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana.
Trata-se do índice mais alto entre os 34 países pesquisados – a média entre eles é de 3,4%. Depois do Brasil, vem a Estônia, com 11%, e a Austrália com 9,7%.
Na Coreia do Sul, na Malásia e na Romênia, o índice é zero.
“A escola hoje está mais aberta à sociedade. Os alunos levam para a aula seus problemas cotidianos”, disse à BBC Brasil Dirk Van Damme, chefe da divisão de inovação e medição de progressos em educação da OCDE.
O estudo internacional sobre professores, ensino e aprendizagem (Talis, na sigla em inglês), também revelou que apenas um em cada dez professores (12,6%) no Brasil acredita que a profissão é valorizada pela sociedade; a média global é de 31%.
O Brasil está entre os dez últimos da lista nesse quesito, que mede a percepção que o professor tem da valorização de sua profissão. O lanterna é a Eslováquia, com 3,9%. Em seguida, estão a França e a Suécia, onde só 4,9% dos professores acham que são devidamente apreciados pela sociedade.
Já na Malásia, quase 84% (83,8%) dos professores acham que a profissão é valorizada. Na sequência vêm Cingapura, com 67,6% e a Coréia do Sul, com 66,5%.
A pesquisa ainda indica que, apesar dos problemas, a grande maioria dos professores no mundo se diz satisfeita com o trabalho.
A conclusão da pesquisa é de que os professores gostam de seu trabalho, mas “não se sentem apoiados e reconhecidos pela instituição escolar e se veem desconsiderados pela sociedade em geral”, diz a OCDE.
Segundo Van Damme, “a valorização dos professores é um elemento-chave para desenvolver os sistemas educacionais”.
Ele aponta melhores salários e meios financeiros para que a escola funcione corretamente, além de oportunidades de desenvolvimento de carreira como fatores que podem levar a uma valorização concreta da categoria.
No Brasil, segundo dados do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDEs) da Presidência da República, divulgados em 2012, a remuneração média dos professores é de pouco menos de R$ 1,9 mil por mês.
A média salarial dos professores nos países da OCDE, calculada levando em conta o poder de compra em cada país, é de US$ 30 mil (cerca de R$ 68,2 mil) por ano, o equivalente a R$ 5,7 por mês, o triplo do que é pago no Brasil.
O especialista da OCDE cita a Coreia do Sul e a China como exemplos de países onde o trabalho dos professores é valorizado tanto pela sociedade quanto por políticas governamentais, o que representa, diz ele, um “elemento fundamental na melhoria da performance dos alunos”.
“Em países asiáticos, os professores possuem um real autoridade pedagógica. Alunos e pais de estudantes não contestam suas decisões ou sanções”, afirma.
A organização ressalta que houve avanços na educação brasileira nos últimos anos. Os investimentos no setor, de 5,9% do PIB no Brasil, estão próximos da média dos países da OCDE (6,1%), que reúne várias economias ricas.
“Entre 2000 e 2011, o nível de investimentos em educação no Brasil, em termos de percentual do PIB, quase dobraram”, afirma Van Damme.
Outro indicador considerado importante pela OCDE, o percentual de jovens entre 15 e 19 anos que estudam, é de 77% no Brasil. A média da OCDE é de 84%.

Com BBC Brasil
Racismo: Diretor jurídico teme que Grêmio sirva de 'bode expiatório' 30/08/2014 | 13h32min Aranha denuncia racismo ao árbitro de Grêmio x Santos Foto: Roberto Vinícius/Agência Eleven / Gazeta Press O temor ronda o Grêmio após a oficialização do julgamento que colocará o clube no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) na próxima quarta-feira, por conta das ofensas racistas de torcedores contra o goleiro santista Aranha. A possibilidade de o clube servir de "bode expiatório", recebendo uma punição severa por conta dos acontecimentos na Arena é algo que preocupa. 'Espero que seja cumprida a lei', diz Aranha sobre racismo "Espero que seja cumprida a lei", diz Aranha sobre racismo "O Grêmio é o clube certo (para uma punição severa), pois é um clube que não é benquisto no STJD e servirá de bode expiatório. Não queremos que medidas extremas sejam aplicadas. A pena para injúria tem que ser pesada, mas é preciso analisar se o Grêmio tem trabalhado para que isso acabe", destacou Gabriel Vieira, diretor jurídico do clube, em entrevista à Rádio Gaúcha. O julgamento da Terceira Comissão Disciplinar do STJD poderá até eliminar o Grêmio da Copa do Brasil como punição, algo, na visão do departamento jurídico tricolor, que dificilmente acontecerá. Escapar de uma sanção administrativa ou logística - jogos com portões fechados ou perda de mandos de campo até mesmo no Campeonato Brasileiro -, no entanto, não será simples. "A eliminação é a medida mais extrema e nunca aconteceu no Brasil. Não tem registro de exclusão por injúria racial e não creio que isso vá acontecer. O Grêmio será penalizado, com certeza, mas o extremo não ocorrerá", destacou o advogado, antes de completar. "Esse não é um caso extremo. É um ato de cinco torcedores. O Grêmio fez medidas repressivas durante a partida e agiu depois do jogo ajudando a delegacia de polícia a viabilizar um inquérito policial. Que isso seja denunciado e as pessoas respondam ao processo", emendou. Terra
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Aranha denuncia racismo ao árbitro de Grêmio x Santos
Foto: Roberto Vinícius/Agência Eleven / Gazeta Press
O temor ronda o Grêmio após a oficialização do julgamento que colocará o clube no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) na próxima quarta-feira, por conta das ofensas racistas de torcedores contra o goleiro santista Aranha. A possibilidade de o clube servir de "bode expiatório", recebendo uma punição severa por conta dos acontecimentos na Arena é algo que preocupa.
'Espero que seja cumprida a lei', diz Aranha sobre racismo
"Espero que seja cumprida a lei", diz Aranha sobre racismo
"O Grêmio é o clube certo (para uma punição severa), pois é um clube que não é benquisto no STJD e servirá de bode expiatório. Não queremos que medidas extremas sejam aplicadas. A pena para injúria tem que ser pesada, mas é preciso analisar se o Grêmio tem trabalhado para que isso acabe", destacou Gabriel Vieira, diretor jurídico do clube, em entrevista à Rádio Gaúcha.
O julgamento da Terceira Comissão Disciplinar do STJD poderá até eliminar o Grêmio da Copa do Brasil como punição, algo, na visão do departamento jurídico tricolor, que dificilmente acontecerá. Escapar de uma sanção administrativa ou logística - jogos com portões fechados ou perda de mandos de campo até mesmo no Campeonato Brasileiro -, no entanto, não será simples.
"A eliminação é a medida mais extrema e nunca aconteceu no Brasil. Não tem registro de exclusão por injúria racial e não creio que isso vá acontecer. O Grêmio será penalizado, com certeza, mas o extremo não ocorrerá", destacou o advogado, antes de completar.
"Esse não é um caso extremo. É um ato de cinco torcedores. O Grêmio fez medidas repressivas durante a partida e agiu depois do jogo ajudando a delegacia de polícia a viabilizar um inquérito policial. Que isso seja denunciado e as pessoas respondam ao processo", emendou.
Terra
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Internautas flagraram em um Shopping de Salvador-Ba um homem tirando a roupa em público para provar que não estava roubando. 

Pessoas que estava circulando no momento, disseram que o rapaz gritou que não se incomodava de ser levado para delegacia e que era trabalhador e não ladrão. O rapaz ao tirar a roupa questionou ao gritos: “Cadê o roubo? Mostre o roubo aqui...”, enquanto isso pessoas se aglomeraram param assistir a cena e o aplaudiram pela atitude. De acordo com informações o caso aconteceu na loja de material esportivo “Centauro” .

Depois que o homem tira a calça, um segurança se próxima e ele grita "Não roubei nada, não. Veio de lá me seguindo". Depois, Ele coloca a mochica e sai, e do lado de fora, continua gritando: "Saio do shopping e o cara me seguindo (...) Só porque é negro, é negão, vai roubar. Vá se f...". A assessoria do Salvador Shopping informou que a situação aconteceu após uma discussão entre o cliente e um vendedor mas que não sabe afirmar se o caso aconteceu na “Centauro” e se o cliente foi acusado de roubo. 
Paraiba.com com Região Noroeste
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A aposentadoria definitiva do Windows Live Messenger tem data marcada: o dia 31 de outubro.
Embora a Microsoft tenha anunciado a migração de todos os usuários para o Skype ainda no ano passado, o serviço continuou funcionando na China. Agora, após o fim de outubro, os usuários chineses precisarão adotar o Skype de uma vez por todas.
A decisão põe fim a um ciclo de 15 anos. O MSN Messenger foi lançado em 1999 para concorrer com o AIM, da AOL. As companhias lutaram pela liderança entre os programas para chat.
Ao longo dos anos, a Microsoft acrescentou diversas ferramentas, incluindo emoticons personalizados, jogos para se divertir com amigos, um item para chacoalhar a tela do seu interlocutor, entre outros.
IG
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Banner_REVISTA_IQue a expectativa pela chegada da REVISTA EXPRESSO as bancas por seus idealizadores é grande todos sabem, mas o que é realmente de impressionar é a receptividade dos leitores que não param de contatar a Editoria do ExpressoPB para adquirir a assinatura da publicação.
Os editores da REVISTA EXPRESSO estão impressionados com a procura que parte de várias cidades da região, mesmo sem saberem se seus municípios estão contemplados com reportagens a respeito deles nessa edição de lançamento.
A REVISTA EXPRESSO está se propondo a ser uma publicação inovadora, ousada e desafiadora, com reportagens exclusivas e investigativas, com força de documento, daqueles que vale a pena guardar em papel. Sua receita editorial é uma soma de ingredientes que tenta atender a quem busca informação de qualidade.
O lançamento oficial da REVISTA EXPRESSO acontece no dia 13 de setembro no Salão de Recepções da Casa AB Silva, na cidade de Mari/PB.
Não deixe de fazer a sua assinatura e receba a nossa revista em sua casa ou escritório. Entre em contato pelo nosso email: expressoparaiba@hotmail.com ou nos contate através dos telefones expostos no banner ao lado.

Do ExpressoPB
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Crianças são metade dos desalojados por conflito na Síria, segundo a ONUCrianças são metade dos desalojados por conflito na Síria, segundo a ONU
A guerra na Síria já gerou mais de três milhões de refugiados e é a "maior crise humana da nossa era", com quase metade da população forçada a deixar suas casas, segundo a ONU.
Um em cada oito sírios deixou o país, e outros 6,5 milhões foram deslocados dentro da Síria, disse a Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Metade dos atingidos são crianças.
Grande parte dos refugiados foi para os países vizinhos, sendo que a maioria deles - mais de 1,1 milhão - está no Líbano.
Famílias chegam a campos de refugiados exaustas e com medo, disse a ONU. Algumas pessoas contam histórias de terem passado mais de um ano se mudando entre vilarejos dentro da Síria.
Segundo a Acnur, a jornada para deixar a Síria tornou-se mais difícil, e mais pessoas recorrem a grupos armados para fazer a travessia.
"A crise síria tornou-se a maior emergência humana da nossa era e, apesar disso, o mundo não consegue atender às necessidades dos refugiados e países que os recebem", disse o alto-comissário da ONU para refugiados, António Gueterres.
"A resposta à crise síria tem sido generosa, mas a verdade cruel é que ainda não é suficiente".
Refugiados (Reuters)
Países que recebem sírios dizem que número de refugiados pode ser bem maior
Os vizinhos da Síria estimam que centenas de milhares de sírios buscaram refúgio em seus países, causando pressões sociais e econômicas.
Há menos de um ano, dois milhões de sírios estavam registrados como refugiados.
Mais de 190 mil pessoas morreram no conflito sírio, iniciado em março de 2011, a partir da repressão violenta do presidente Bashar al-Assad a manifestantes que pediam sua saída do cargo.
Desde então, forças do governo têm enfrentado grupos de oposição. A situação piorou nos últimos meses com a formação e avanço do grupo Estado Islâmico (EI), que agora controla grandes partes da Síria e do Iraque.
O grupo, antes denominado Estado Islâmico do Iraque e da Síria (Isis, na sigla em inglês), tem seu reduto na Síria, onde impõe regras duras à população local.

Onde estão os refugiados sírios?

  • 1.175.504 no Líbano
  • 832.508 na Turquia
  • 613.252 na Jordânia
  • 215.369 no Iraque
  • 139.090 no Egito
  • 23.367 no Norte da África
  • 6,5 milhões estão desalojados dentro da Síria

'Violência a um novo nível'

O presidente da França, François Hollande, lamentou que o Ocidente não conseguiu "encontrar uma solução para a situação na Síria", dizendo que as consequências eram claras para todos.
"O regime de Bashar al-Assad continua sua política de repressão sem moderação. Os números (de refugiados) aumentam a cada dia nos países vizinhos. E grupos terroristas estão ganhando mais território - este é o resultado", disse ele.
A vice-chefe-humanitária da ONU, Kyung-wha Kang, disse que o Estado Islâmico estava levando a violência contra civis na Síria "a um novo nível" e ameaçando as operações de ajuda no país.
Refugiados sírios (Reuters)
Quase metade da população síria foi forçada a abandonar suas casas devido ao conflito, diz a ONU
Refugiados sírios (AP)
Comissário da ONU diz que ajuda tem sido "generosa", porém insuficiente
Mas o presidente dos EUA, Barack Obama, insistiu na quinta-feira que o Ocidente não contemplaria trabalhar com Assad contra o grupo extremista.
"Não acho que há uma situação na qual temos de escolher entre Assad ou os tipos de pessoas que realizam a violência que temos visto lá", disse Obama a repórteres na Casa Branca.

Outros conflitos

Segundo a ONU, há quatro grandes crises humanas no mundo, causadas por conflitos e que resultam em milhares de mortos e milhões de desalojados e refugiados.
No Iraque, mais 1,2 milhão de pessoas foram desalojadas dentro do país neste ano devido à nova onda de violência e o avanço do EI. Cerca de 40 mil iraquianos deixaram o país, que recebeu mais de 215 mil refugiados sírios.
Na República Centro-Africana, o conflito destruiu comunidades e forçou milhares de moradores a deixarem suas casas. Há mais de meio milhão de pessoas deslocadas dentro do país e mais de 400 mil refugiados.
Já no Sudão do Sul, há quase 1,3 milhão de desalojados e cerca de 450 mil refugiados em países vizinhos.
BBC Brasil

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O  Supremo Tribunal de  Justiça Desportiva (STJD), em julgamento realizado na tarde dessa sexta-feira (29), no Rio de Janeiro, excluiu o Botafogo da Paraíba da série C. O clube ainda poderá recorrer ao Pleno do STJD.
O Belo possui compromisso agendado para esse sábado (30), em jogo contra o CRB, em Alagoas. Os jogadores e a comissão técnica já se encontram na cidade. Cabe ao presidente do STJD a decisão de, se o jogo ocorrerá ou se ficará para depois do julgamento no Pleno.
O Icasa também foi excluído da Série B. Ambos pelo mesma razão: entrar com ação na Justiça Comum antes de esgotadas as instâncias da Justiça Desportiva. 

Com o Paraiba.com
By Silvano Silva ✔ | | Posted in | With 0 comments



1409347283625-silva-netoO Presídio Regional de Sapé está implantando um novo processo de ressocialização. Denominado de ‘Escolas Sem Violência’ o projeto é uma parceria com as escolas da rede pública de ensino e a Vara das Execuções Penais na pessoa da juíza Virgínia de Lima Fernandes Muniz.  “Estamos inovando a cada dia  no processo de ressocialização dos apenados e  por estas e outras ações o presídio deixou de ser uma masmorra para ser tornar um modelo nacional no respeito e no resgate a cidadania dos apenados”, comentou o diretor da unidade prisional, pastor Silva Neto.
O novo projeto começou com um círculo de debate onde o primeiro debatedor foi um reeducando do regime fechado que cumpre pena naquela casa penal. Na oportunidade ele falou da infeliz escolha que fez quando entrou no mundo do crime como também dos valores da família e da importância dos educadores para a formação de educacional de cada um. O reeducando aproveitou o momento e fez um apelo aos jovens: “ Vocês devem dizer sempre não as drogas, para não passar pelo que ele está passando”, alertou.
A diretora e professora Severina Ramos agradeceu ao diretor Silva Neto pela presença no evento. “Ele é um exemplo Nacional para todos”, destacou. Mais uma vez Silva Neto agradeceu a Deus por tudo que tem acontecido em sua vida “ e não posso deixar de agradecer ao Governador do Estado Ricardo Coutinho que foi ousado e corajoso em contratar alguém que para muitos não servia pra nada” , finalizou o diretor.

Com Assessoria
By Silvano Silva ✔ | quinta-feira, 28 de agosto de 2014 | Posted in | With 0 comments

Conta de energia na Paraíba fica mais cara a partir desta 5ª  A conta de luz de cerca de 1,3 milhão de consumidores atendidos pela Energisa Paraíba Distribuidora de Energia em 216 municípios paraibanos será reajustada. Para os consumidores residenciais, o aumento será 20,83%. Na média, os consumidores de baixa tensão – grupo que inclui também unidades rurais, serviço públicos, inclusive de iluminação, além de consumidores residenciais e de baixa renda – terão suas contas de energia reajustadas em 21,43%.



O aumento, aprovado pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), começa a ser cobrado a partir desta quinta-feira, dia 28 de agosto. Para os consumidores de alta tensão, o aumento será 22,75%, o que faz com que o efeito médio do reajuste fique em 21,18%. De acordo com a agência, entre os fatores que contribuíram para o reajuste da tarifa estão os gastos que a Energisa teve com compra de energia, transmissão e pagamento de encargos setoriais.



Além desses, é considerada também justificativa para o aumento a variação de gastos que a empresa teve no ano. O cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o Índice Geral de Preços no Mercado.


Agência Brasil
By Silvano Silva ✔ | | Posted in | With 0 comments


Baixe Leonardo Santana - Presidente da Uniao Brasileira de Municipios.jpg (302,3 KB)Brasília - Para enfrentar a seca, que ao longo dos anos castiga o semi-árido nordestino, e a redução dos postos de trabalho devido à crise financeira mundial, a União Brasileira de Municípios (Ubam) está propondo a criação da Zona Franca do Semi-Árido do Nordeste. A idéia, que será apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 10 de fevereiro, durante reunião com prefeitos de todo o país, é criar pólos em oito estados nordestinos que ofereçam incentivos ficais e facilidades para a instalação de indústrias na regiãio.Segundo o presidente da Ubam, Leonardo Santana, a Zona Franca do Semi-Árido Nordestino vai estimular a interiorização dos investimentos e, com isso, ajudar na melhoria da qualidade de vida dos municípios que compõem o chamado polígono da seca. “Essa região, que sofre com a seca devido à falta de chuvas, não recebe muitos investimentos, não tem empregos e possui uma renda per capita muito baixa”, afirmou.“Infelizmente, as pessoas deixam a região para lotar os grandes centros, como São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, porque não têm oportunidade de emprego. Em vez de levar uma grande indústria para a capital, queremos trazê-la para uma zona franca que fosse instalada no meio do Nordeste, em uma região que não recebe investimentos”, explicou Santana.“Estamos relacionando os municípios mais necessitados desse desenvolvimento e vamos lançar a instalação de oito pólos industriais de zona franca em cada um desses estados e todos eles farão parte da zona franca, concedendo incentivos fiscais, tributários, oferta de terras para que as indústrias possam vir para cá”, complementou.A idéia, segundo Santana, é que todos os pólos estejam interligados por linhas de trens para facilitar o escoamento da produção até o porto de Suape (PE). De acordo com ele, algumas cidades, como Soledade, na Paraíba, Juazeiro, no Ceará, e Mossoró, no Rio Grande do Norte, poderão sediar os pólos.O presidente da Ubam lembrou que já foi criada uma comissão técnica do Projeto Zona Franca do Semi-Árido do Nordeste, composta por dois deputados estaduais e dois prefeitos de casa estado, para analisar todos os aspectos do projeto. “O ideal é que o projeto comece a ser executado até 2011, 2012”,  acrescentou. Ele acredita que os parlamentares dos estados do Norte do país não devem colocar  obstáculos para a criação da nova zona franca. Manaus, capital amazonense, sedia a única zona franca criada no país e a nova área poderia competir com a instalada no Amazonas. Santana afirmou que o deputado pernambucano Wilson Santiago (PMDB) deve apresentar uma emenda ao projeto de reforma tributária para a criação da nova zona franca.“Com todo respeito aos parlamentares da Amazônia e a todos os estados da Região Norte, tenho a dizer a eles que o povo nordestino também é brasileiro, o do Sudeste, do Sul e do Centro-Oeste também são brasileiros. Então, não se pode dar exclusividade a uma região e deixar que outra fique descoberta”, disse, em relação a uma eventual dificuldade que a proposta possa encontrar frente aos deputados da Região Norte, que já tem a Zona Franca de Manaus.“Temos uma bancada de 84 deputados do Nordeste e mais os de Minas Gerais que vão estar envolvidos no processo”, ressaltou. “A Zona Franca do Nordeste não vai prejudicar a Amazônia e Manaus”, avaliou. O chamado polígono da seca é formado por oito estados nordestino e 18 municípios mineiros.Segundo Santana, a melhor alternativa para uma região árida não é “apenas jogar água”, mas levar investimentos e gerar oportunidades de emprego. “Temos que saber conviver com a seca e nada melhor do que trazer o desenvolvimento por meio da abertura de indústrias , estimulando o comércio, principalmente como esse da zona franca, porque poderemos exportar tudo que for produzido aqui”, argumentou.


Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil

By Silvano Silva ✔ | domingo, 24 de agosto de 2014 | Posted in | With 0 comments


Em nosso corpo, há dez bactérias para cada célula. Juntos, esses 100 trilhões de micro-organismos pesam em torno de 2 quilos — cerca de 500 gramas a mais que nosso cérebro. E é a partir desses minúsculos, mas poderosos, micróbios que uma revolução está acontecendo na medicina. A identificação e estudo do microbioma humano — nome dado a esse conjunto de bactérias — pode, em menos de uma década, transformar o diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças como obesidade, câncer, diabetes ou transtornos mentais.

"Em pouco tempo, vamos tomar medicamentos compostos de bactérias para tratar a depressão, em vez de Prozac", afirma o médico e neurocientista John Cryan, que estuda a relação entre o microbioma humano e o cérebro na Universidade College Cork, na Irlanda. "Estamos estudando o funcionamento disso em humanos, mas os resultados são promissores e a ciência está avançando tão rápido nesse campo que, em um ou dois anos, deveremos ter publicações científicas capazes de produzir esse tipo de droga."

Projeto Microbioma Humano — O conhecimento sobre as bactérias que nos compõem é recente. Pelo menos desde o início do século XX os cientistas sabem que as bactérias que vivem em nosso corpo ajudam na digestão e na absorção de energia. O que os pesquisadores não sabiam é que o número de micróbios convivendo conosco era tão vasto e que sua atuação vai além da quebra e produção de substâncias em nosso corpo, podendo ser determinante no combate de doenças e até em nosso comportamento.

O ponto de partida para essa descoberta foram dois estudos publicados em 2004 sobre a atuação desses micro-organismos no comportamento e no desenvolvimento de quadros de obesidade. Pesquisadores japoneses mostraram que camundongos biologicamente alterados para crescerem sem nenhuma bactéria exibiam níveis muito elevados de hormônios do stress. Nos Estados Unidos, uma equipe de cientistas mostrou que o mesmo tipo de camundongo tendia a ser mais magro que os animais normais — e ganhava peso se recebesse as bactérias de um camundongo comum. Foi o gatilho para que diversos grupos ao redor do mundo se interessassem pelo assunto, que poderia ser o elemento que faltava para a compreensão de doenças crônicas como diabetes ou Alzheimer.

Três anos depois, os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês) começaram o Projeto do Microbioma Humano, com o objetivo de mapear todas as bactérias de nosso organismo. Usando o conhecimento de sequenciamento de DNA do Projeto Genoma, também do NIH, 80 instituições de pesquisa mostraram que somos formados de mais bactérias que células. Essas primeiras informações, publicadas em 2012, serão compiladas e decifradas até 2015, quando termina o programa que já consumiu 153 milhões de dólares (cerca de 350 milhões de reais) do governo americano. Na Europa, um consórcio entre instituições de oito países começou em 2008 o mesmo trabalho.

Em conjunto, os dados desses dois projetos provocaram a explosão do número de estudos sobre o impacto das bactérias na saúde humana. No ano de 2004, o site PubMed, que compila publicações científicas reconhecidas internacionalmente, registrava 166 estudos. Só nos oito primeiros meses de 2014, foram publicadas 2.141 pesquisas sobre o assunto — doze vezes mais que há dez anos.

"Vivemos uma nova compreensão do que são as doenças e a manutenção da saúde", diz o gastroenterologista Dan Waitzberg, professor da Universidade de São Paulo (USP). "Estudos recentes mostraram que nosso corpo possui cerca de 500 bactérias que jamais tinham sido vistas. Esse é um campo extremamente desconhecido e que está trazendo muitas revelações para a medicina."

Evolução médica — De acordo com Waitzberg, o conhecimento que virá da análise e interpretação do microbioma terá impacto profundo em todos os campos da saúde. "Em cerca de cinco anos, máquinas mais potentes de sequenciamento de genes poderão fazer o mapa da composição das bactérias de cada indivíduo. Com ele, será possível melhorar o diagnóstico e a prevenção de doenças, pois a falta ou multiplicação de alguns grupos de micróbios pode indicar a presença ou o potencial desenvolvimento de enfermidades", diz o médico.

Além disso, o conhecimento do tipo de bactérias presentes em nosso corpo também produzirá novos medicamentos para tratar enfermidades que ainda são um desafio para os cientistas, como diabetes ou câncer. A aposta dos cientistas é em probióticos, isto é, bactérias vivas consumidas na forma de iogurte, leite fermentado e cápsulas, normalmente usados para melhorar a digestão, ou em medicamentos que combinem tipos específicos de bactérias para agir diretamente nas enfermidades. Os cientistas já sabem que pessoas com câncer de cólon têm alterações importantes nas bactérias desse segmento do intestino. Assim, equilibrar esse microbioma por meio de uma drágea poderia ser uma maneira de prevenir a incidência da doença e impedir seu crescimento.

"Nos próximos três anos, haverá muitos probióticos novos no mercado — já há alguns na Anvisa, aguardando a aprovação. Eles serão um apoio para a dieta, que tem grande influência no microbioma e será modulada de forma a melhorar a saúde e prevenir doenças", afirma Waitzberg.

Outro campo promissor é o que está sendo estudo pelo grupo do epidemiologista brasileiro Luis Caetano Antunes, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. Em uma pesquisa publicada no fim de julho na Revista da Sociedade Americana de Microbiologia, Antunes demonstrou como uma substância produzida por um dos grupos de bactérias presentes no intestino é capaz de barrar a infecção causada por Salmonella.

"Essas moléculas produzidas pelos micróbios do nosso corpo que impedem infecções traz grande potencial terapêutico. Da mesma forma que elas impedem a Salmonella, poderiam  combater qualquer outro tipo de infecção", diz Antunes. "São trilhões de bactérias, milhares de espécies que podem gerar centenas de novos produtos interessantes para nossa saúde."

O objetivo do laboratório de Antunes, um dos únicos no Brasil que se dedicam a estudar o microbioma humano, é desenvolver novos tratamentos para a tuberculose. "Se encontrarmos bactérias do trato respiratório que produzam moléculas capazes de combater essa doença, podemos desenvolver um tratamento adicional. Será um apoio para os médicos e uma alternativa quando os antibióticos não fizerem efeito, como é o caso de bactérias multirresistentes."

Combate à obesidade — A relação do microbioma humano com a obesidade e o comportamento humano são as duas áreas com pesquisas mais avançadas. Há alguns anos, os cientistas sabem que há uma relação próxima entre a obesidade e alterações na flora intestinal.

A progressão dessas pesquisas, que deverá determinar se é um organismo obeso que produz alteração na microbioma intestinal ou o contrário, poderá transformar a forma de combater a epidemia mundial que atinge quase um terço da população, além de fornecer pistas sobre o funcionamento de doenças relacionadas a ela, como diabetes. Os últimos estudos, no entanto, mostram que as bactérias de nosso intestino podem ter uma atuação muito mais complexa que uma simples relação de causa e efeito. Elas poderiam manipular o comportamento humano para ingerir certos tipos de alimentos.

Um estudo publicado no início de agosto no periódio BioEssays, por pesquisadores da Universidade da California em São Francisco e da Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, mostrou que, produzindo toxinas, hormônios e neurotransmissores similares aos humanos, as bactérias podem ser capazes de alterar nosso humor ou influenciar a transmissão de impulsos de fome ao cérebro. Assim, elas poderiam ter uma alimentação boa para elas e ruim para nós.

"Estamos começando a entender a obesidade como um problema que tem a ver com nossas bactérias, não só com a dieta. Acreditamos que elas tenham motivo e meios para mudar nosso comportamento. E esses efeitos podem causar obesidade", diz o médico Joe Alcock, pesquisador da Universidade do Novo México e um dos autores do estudo. "No entanto, não sabemos ainda se o microbioma seria uma causa importante para a doença e outros transtornos alimentares ou apenas mais um dos fatores envolvidos na obesidade."

Domínio saudável — Com esse mesmo mecanismo de manipulação, as bactérias do nosso corpo podem exercer um papel fundamental em distúrbios como stress, depressão ou autismo. Estudos liderados pelo neurocientista John Cryan, desde 2009, mostram que a microbiota do intestino tem grande influência no desenvolvimento do cérebro. E, por consequência, em nosso humor, emoções e comportamento.

"Animais biologicamente modificados para crescerem sem bactérias têm alterações no desenvolvimento do cérebro, memória e mudanças comportamentais como maior ansiedade e respostas ao stress, mostrando um perfil autista. E verificamos que alguns probióticos, ou seja, certos tipos de bactérias, como o Lactobacillus, têm efeito positivo na mente, diminuindo o stress e a ansiedade", diz Cryan.

Isso acontece porque as bactérias enviam informações aos neurônios de várias maneiras: além dos hormônios e neurotransmissores que produzem, elas também têm influência no nervo vago, que transmite as informações do intestino ao cérebro. Por isso, garantir uma microbiota saudável desde o início da vida pode ser fundamental para o bom desenvolvimento da mente e emoções.

"Algumas das maneiras mais importantes de se adquirir um microbioma saudável é por meio do parto natural e aleitamento materno, nos quais a mãe transmite suas bactérias para o bebê. Além disso, o uso excessivo de antibióticos na infância prejudica o desenvolvimento das bactérias", diz o cientista.

O laboratório de Cryan está fazendo os primeiros testes de probióticos que possam tratar depressão em humanos. Em um ou dois anos, ele espera ter trabalhos publicados que possam ser a base para o que chamou de psicobióticos — tipos de probióticos com efeitos benéficos para o comportamento. Seria uma forma de garantir que o domínio que as bactérias parecem exercer sobre nós, seja, ao menos, saudável.

"Acredito que nossa dieta, que sabemos que influencia nosso humor, combinado a psicobióticos que agem diretamente no microbioma, serão a melhor forma de aperfeiçoar nossa saúde, inteligência e cognição no futuro", diz Cryan.
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