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By Silvano Silva ✔ | quarta-feira, 20 de julho de 2016 | Posted in | With 0 comments


O potente trio formado por Guerrero, Leandro Damião e Diego já anima os torcedores do Flamengo para o Campeonato Brasileiro. No entanto, os atletas de renome sairão caros para os cofres rubro-negros. 
O peruano, por exemplo, tem um dos maiores custos do futebol brasileiro: cerca de R$ 900 mil por mês (incluindo encargos). Já Diego, que estava no Fenerbahce, chegará da Turquia com salário de R$ 600 mil mensal, mas o valor pode subir até para R$ 715 mil/mês de acordo com metas e desempenho.
Os menores vencimentos são os de Damião: R$ 300 mil por mês. Os direitos de imagem, por sua vez, são pagos pelo Santos, clube que detém seus direitos.
Portanto, Guerrero, que já está no elenco desde o ano passado, custará ao Fla cerca de R$ 11,7 milhões em 2016, devido aos 12 meses de salário, mais o 13º.

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Diego é o novo reforço do Flamengo! Veja gols do meia
Diego, por sua vez, receberá de agosto em diante, sendo pago também por setembro, outubro, novembro e dezembro (mais 13º), o que dará R$ 3,6 milhões até o fim do ano, contando apenas o salário "normal", sem os bônus de metas e produtividade.
Já Damião receberá de julho em diante, totalizando R$ 2,1 milhões até o final de 2016.
Somando tudo, o trio custará ao menos R$ 17,4 milhões aos cofres da Gávea no restante do ano. Isso representa 1/4 do que o Fla anunciou que iria gastar com salários no início de 2016.
Segundo o orçamento apresentado pelo clube carioca, o estimado é gastar R$ 66,3 milhões com os vencimentos do futebol profissional em 2016. 25% desse valor será usado para bancar somente Guerrero, Diego e Leandro Damião.
A folha flamenguista ainda é inchada por outros atletas com salários altos, como os zagueiros Juan e Réver, os meias Éderson e Mancuello e os atacantes Marcelo Cirino e Sheik.

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Quem sai? Quem entra? Qual formação? 'Dupla BB' escala o Fla com Diego; veja 
No entanto, as finanças ganharam uma folga com a saída do técnico Muricy Ramalho, que recebia R$ 400 mil/mês, e a troca por Zé Ricardo, ex-comandante do sub-20 rubro-negro, que foi efetivado recentemente no cargo de técnico do elenco principal.
Diego, aliás, poderia ter custado até mais caro ao Fla, mas aceitou reduzir sua pedida inicial (R$ 850 mil/mês)  para facilitar o fechamento do negócio com os cariocas.

ESPN 
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Estado promove oficinas de dança e teatro no Caminhos do Frio em Remígio
A Secretaria de Estado da Cultura (Secult), através da Gerência Operacional de Difusão de Dança, realiza na cidade de Remígio, nos dias 20 e 21 de julho, as oficinas de dança contemporânea e teatro para crianças que compõem a programação da Rota Cultural - Caminhos do Frio. As oficinas vão ocorrer no Centro Pastoral João XXIII, ministradas por Bia Cagliani.

Na oficina de dança contemporânea, que irá acontecer a partir das 9h, serão desenvolvidas técnicas e exercícios que envolvem a concentração, força, alinhamento, velocidades, variações e texturas dos movimentos, promovendo o aquecimento e a consciência, não só do corpo, mas da noção do corpo no espaço. Haverá, em um segundo momento, treinamento técnico, físico e expressivo através de estruturas coreográficas, partituras de movimento e intervenções de composição que visam a promoção de autonomia corporal enquanto elementos de percepção da inserção e influência do participante na sociedade em que vive.

Já na parte da tarde, a partir das 14h, vai ocorrer a oficina de teatro para crianças, com a improvisação como elemento para a formação de atores. Ao longo da oficina, os alunos terão contato com elementos musicais, a fim de deixar todos à vontade para expressar-se através da composição de cenas, jogos e situações do cotidiano.

Sobre a oficineira – Bia Cagliani atua na cena cultural desde os 12 anos. Estudou Ballet Clássico e Dança Contemporânea com Rosa Cagliani e Canízio Vitório. Já no teatro, foi aluna de Valeska Picado, Cristóvam Tadeu e Débora Zambón. Entre as principais formações, é graduada em Ciências Sociais (2005) e especialista em Representação Teatral pela Universidade Federal da Paraíba.

Integra os grupos Deuzeruora Vamimbora (teatro) e ACena (dança), dirige o grupo Turma do Meio (teatro) e, desde 2002, integra o corpo docente da Fazendo Arte, ministrando aulas de teatro e dança para crianças e jovens. Atualmente, ocupa o cargo de gerente operacional de Difusão da Dança da Secult, desde fevereiro de 2011.


Secom

foto: Bruno Oliveira
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UFCG abre seleção para professor
 A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) divulgou três seleções para professores. Confira como as vagas foram distribuídas:

Uma das oportunidades é para professor substituto na área de Gastronomia e Nutrição Clínica para a Unidade Acadêmica de Saúde do Centro de Educação e Saúde (CES) do campus de Cuité.

As inscrições, que seguem até a próxima terça (26), devem ser realizadas no Protocolo Setorial do CES. O valor da taxa é de R$ 50 e o candidato deve ser graduado em Nutrição.

Já o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) está inscrevendo para o processo seletivo simplificado para a contratação de um professor substituto na área de Psicologia Organizacional e do Trabalho. Os candidatos devem ser graduados e com mestrado em Psicologia.

As inscrições devem ser feitas até o próximo dia 29, pessoalmente ou por procuração, no Protocolo Geral da UFCG.

Além disso, o Centro de Formação de Professores (CFP), campus de Cajazeiras, está inscrevendo a partir da próxima semana, de 25 de julho a 25 de agosto - candidatos a uma vaga de professor efetivo em Ensino de História para a Unidade Acadêmica de Ciências Sociais.

Para participar do concurso público de provas e títulos é necessária a graduação em Licenciatura em História, com Doutorado em História ou em Educação. O regime de trabalho é de Dedicação Exclusiva e taxa de inscrição R$ 100.


Os editais podem ser conferidos AQUI

Com o PBAgora
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Enquetes sobre eleição estão proibidas
 A partir desta quarta-feira (20) está proibida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral das Eleições 2016. Nesse aspecto, é importante destacar a diferença entre enquete e pesquisas eleitorais, uma vez que estas podem ser divulgadas até o próprio dia da eleição.


Conforme a definição, enquete é a simples coleta de opiniões de eleitores sem nenhum controle de amostra e sem a utilização de método científico para sua realização. Esse tipo de consulta depende apenas da participação espontânea do interessado.


Já a pesquisa eleitoral requer dados estatísticos realizados junto a uma parcela da população de eleitores, com o objetivo de comparar a preferência e a intenção de voto a respeito dos candidatos que disputam determinada eleição.

Portanto, a divulgação de enquetes e sondagens em desacordo com as regras previstas na legislação é considerada um ilícito que pode ser punido com o pagamento de multa que varia de R$ 53 a R$ 106 mil. A multa está prevista no parágrafo 3º do artigo 33 da Lei nº 9.504/97 (Lei das Eleições).


Até 2013 a legislação permitia a divulgação de enquetes nesse período. Desde então, a Lei das Eleições foi modificada e passou a proibir esse tipo de consulta informal.


Com informações do TSE
By Silvano Silva ✔ | | Posted in | With 0 comments

Encerram sexta-feira inscrições para processo seletivo na UFPB
Estão abertas até sexta-feira (22) as inscrições para seleção de estágio da Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba (ETS-UFPB), Campus de João Pessoa. As vagas são para os cursos de Biblioteconomia, Pedagogia, Mídias Digitais ou Jornalismo ou Relações Públicas.


Os interessados devem ir até a Secretaria de Curso da ETS (1º andar), das 8h às 12h e das 13h às 17h, com a apresentação dos seguintes documentos: currículo atualizado, com documentação comprobatória; Histórico Escolar; laudo médico atualizado (no caso de ser pessoa com deficiência); documento de identidade e CPF.


Para participar desta seleção o estudante precisa estar regularmente matriculado na UFPB e estar cursando, no mínimo, o 3º período do curso e não ser aluno do último ano do curso; ter CRE maior ou igual a 7,0 (sete); não participar de outros programas acadêmicos remunerados da UFPB, exceto estudantes que percebam bolsa de permanência; ter disponibilidade de atuação para uma jornada de estágio de 20 (vinte) horas semanais.


A lista dos estudantes com inscrições homologadas será publicada no dia 26 deste mês, na página da ETS-UFPB: www.ets.ufpb.br, juntamente com a data e local da entrevista.


Ascom
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A decisão de uma juíza de Duque de Caxias (RJ) que provocou o bloqueio do WhatsApp no Brasil por cinco horas nesta terça-feira (19) abriu uma nova frente para as autoridades que tentam forçar os donos do aplicativo de mensagens a colaborar com investigações criminais no país.
Esta foi a terceira vez que o acesso à ferramenta foi bloqueado no Brasil desde o ano passado. O serviço, que tem cerca de 100 milhões de usuários no país, foi liberado no início da noite pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, que considerou o bloqueio desproporcional.
Em vez de pedir o conteúdo de conversas ou a identidade de usuários, como ocorreu nos casos anteriores, a juíza Daniela Barbosa de Souza determinou que o WhatsApp desabilite a criptografia que garante o sigilo das mensagens e permita o monitoramento das conversas de suspeitos em tempo real pelos investigadores.
A decisão atendeu a um pedido da 62ª Delegacia de Polícia Civil, que investiga uma organização criminosa em Duque de Caxias. A juíza já havia enviado três ofícios ao Facebook, dono do aplicativo, para que a ordem fosse cumprida. Mas a empresa se negou a atender à determinação, e foi por isso que a juíza mandou bloquear o serviço.
"As mensagens trocadas deverão ser desviadas em tempo real (na forma que se dá com a interceptação de conversações telefônicas), antes de implementada a criptografia", escreveu a juíza, na decisão desta terça.
Nos casos anteriores, o WhatsApp argumentou que não tinha como fornecer o conteúdo das conversas e outras informações porque não as armazena em seus servidores. Recentemente, o aplicativo adotou um sistema de criptografia mais forte, que embaralha o conteúdo das mensagens e só permite que os participantes de cada conversa tenham acesso a ele.
Para cumprir a decisão da juíza Daniela, a empresa teria que alterar o sistema e remover a proteção garantida aos usuários sob investigação. "O Brasil inova nesse caso, tristemente, ao pedir que a empresa crie uma vulnerabilidade em sua criptografia", diz o advogado Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade.
Como nos casos anteriores, a empresa deve recorrer a instâncias superiores para não ser forçada a fazer isso. Mesmo que a lentidão da Justiça ajude o WhatsApp a ganhar tempo, decisões como a da juíza Daniela aumentam a pressão sobre a empresa no país.
O professor Marcos Simplicio Junior, da Poli-USP, que analisou as especificações técnicas do sistema de segurança do aplicativo, afirma que a empresa poderia ter acesso a conversas de usuários no futuro se alterasse as chaves da criptografia. Mas isso significaria burlar o sistema que ela mesmo criou para proteger as pessoas que usam o serviço.
Em geral, as empresas de tecnologia são contra abrir brechas desse tipo em seus sistemas de segurança, alegando dificuldades técnicas ou para não torná-los vulneráveis a ações de hackers ou governos mal-intencionados.
"Muitas autoridades argumentam que a criptografia serve de escudo para criminosos, mas ela existe para evitá-los, impedindo, por exemplo, o vazamento de informações pessoais", diz Francisco Cruz, do centro de pesquisas Internet Lab. "A mudança poderia colocar em risco o aplicativo e permitir o acesso de agentes não autorizados."
Folha de São Paulo 
By Silvano Silva ✔ | | Posted in | With 0 comments
Ponte ferroviária desativada em Entroncamento, no município de Cruz do Espírito SantoA Rádio Comunitária Araçá de Mari (PB) está aderindo ao projeto “Trem para todos”, do Sindicato dos Ferroviários da Paraíba, que consiste na mobilização das populações das cidades por onde passa a malha ferroviária paraibana pelo restabelecimento do transporte ferroviário de passageiros, há muito tempo desativado. “Não é um sonho sem fundamento. Isso envolve uma série de parcerias além de uma política pública do governo, mas precisamos do apoio da população, por isso estamos buscando parcerias com entidades comunitárias para levar ao povo o projeto e levantar abaixo assinados”, disse Severino Urbano, Presidente do sindicato.
A emissora comunitária garante a veiculação da campanha de mobilização pública a partir do dia 23 de julho, quando serão entrevistados os diretores do sindicato da categoria dos ferroviários no lançamento do projeto. “O papel das rádios comunitárias é justamente estar ao lado dos projetos de interesse público e nossa luta é para que o progresso volte aos trilhos novamente em nossa região”, afirmou Severino Ramo, Presidente da Rádio Araçá. “O grande desafio é fazer com que esse projeto seja abraçado por toda a sociedade”, disse Urbano.Inicialmente, o projeto visa restabelecer o trecho ferroviário entre João Pessoa e Guarabira, passando pelas cidades de Sapé e Mari. Embora o trecho esteja cedido à Ferrovia Transnordestina Logística, ele pertence à União e foi explorado historicamente pela Rede Ferroviária Federal S/A, atualmente extinta. O transporte de passageiros passou a ser explorado pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos que, aos poucos, foi delimitando e restringindo a operação apenas para a área metropolitana de João Pessoa. “Achamos isso um erro, pois precisamos melhorar a mobilidade urbana em nosso Estado e o trem é a resposta para o transporte de massa seguro e barato, servindo às cidades do interior”, acredita Severino Urbano.

O público atendido terá basicamente dois perfis. Um regional, para quem precisa simplesmente viajar entre essas cidades, e outro de natureza turística, voltado para os visitantes que teriam essa opção de deslocamento de grande atração turística para quem visita a região. Em outro momento, o Sindicato dos Ferroviários da Paraíba pretende focar o projeto no trecho João Pessoa/Campina Grande, passando pelas cidades de Pilar, Itabaiana, Mogeiro e Ingá. “Vamos buscar parcerias com entidades culturais e comunitárias dessas cidades para levantar esse abaixo assinado e levar ao Ministério das Cidades para que seja feito um levantamento de custos da revitalização dos trechos e expansão dos trens de passageiros”, finalizou Severino Urbano.


Com Tribuna do Vale
By Silvano Silva ✔ | terça-feira, 19 de julho de 2016 | Posted in | With 0 comments


A inclusão de todos os adolescentes de 15 a 17 anos na escola, uma das metas mais urgentes do Plano Nacional de Educação (PNE), não só deixará de ser cumprida no prazo estipulado por lei– o fim de 2016 –, mas parece cada vez mais distante de ser atingida em 15 estados brasileiros. Dados do Observatório do PNE, analisados pelo Instituto Rui Barbosa (IRB) e pela Associação dos Tribunais de Contas (Atricon), mostram que, em 2014, a taxa de atendimento desses adolescentes em 15 estados foi menor do que em 2009, o ano em que uma emenda constitucional tornou obrigatória a universalização do ensino para essa faixa etária. 
Os dados de 2014 são os mais recentes à disposição. Em novembro, o governo divulgará as informações referentes a 2015. Portanto, só será possível saber ao certo as taxas de 2016 no fim do ano que vem. Porém, segundo as estimativas oficiais, as metas já deixaram de ser cumpridas. Em março, o Ministério da Educação afirmou que, de acordo com o Censo Escolar, cerca de 600 mil crianças de 4 a 5 anos e 1,6 milhão de adolescentes de 15 a 17 anos continuavam fora da escola . Os dados são nacionais, mas o estudo regional mostra que nenhum estado cumprirá a meta. 
O estado que mais viu a taxa de atendimento recuar no período foi Roraima. Em 2014, 77,7% dos adolescentes de 15 a 17 anos estavam matriculados, o que quer dizer que 23.193 jovens estavam fora das salas de aula. A taxa de atendimento foi 10,2 pontos percentuais mais baixa que em 2009, quando 87,9% dos adolescentes estavam matriculados. Naquele ano, o número absoluto de adolescentes fora da escola era de 22.253. 
Em outros dois estados a mesma taxa caiu mais de cinco pontos percentuais nos últimos seis anos. Na Paraíba, ela foi de 74,1% em 2014, 6,3 pontos percentuais abaixo da taxa de 2009 (80,4%). No Mato Grosso, a taxa foi de 81,5% em 2009 e 76% em 2014 (um recuo de 5,5 pontos percentuais). 
O Rio de Janeiro, com recuo de 4,5 pontos percentuais, e Rondônia, com queda de 4,2 pontos percentuais, completam a lista de cinco estados brasileiros que mais se distanciaram desta meta do PNE. Veja no gráfico: 
Os demais estados que viram a taxa recuar são Sergipe (-3,6 p.p.), Tocantins (-3,3 p.p.), Amapá (-2,7 p.p.), Amazonas (-2,4 p.p.), Mato Grosso do Sul (-2,1 p.p.), Santa Catarina (-1,5 p.p.), Rio Grande do Sul (-0,9 p.p.), Distrito Federal (-0,8 p.p.), Alagoas (-0,8 p.p.) e Acre (-0,3 p.p.).
G1 procurou o Ministério da Educação para comentar o avanço dos estados em relação à meta. Em nota, a assessoria de imprensa do MEC afirmou que "as ações da gestão anterior eram pulverizadas e, como mostram os dados, não apresentaram resultados", e que "a nova equipe, conforme afirmou o Ministro Mendonça Filho, terá como prioridade a reforma do ensino médio".
Monitoramento das metas 
O estudo faz parte do grupo de trabalho do Instituto Rui Barbosa (IRB) e da Associação dos Tribunais de Contas (Atricon) que pretende entregar, até o fim do ano, um documento com referências e recomendações para que os tribunais de contas possam monitorar o trabalho dos gestores públicos. "A intenção é analisar o que os municípios e os estados brasileiros vêm fazendo para melhorar seus índices, além de oferecer subsídios para que a gestão da educação possa ser otimizada", afirmou Cezar Miola, vice-presidente do Instituto Rui Barbosa e conselheiro do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul. "As iniciativas em nível nacional, respeitando as necessidades regionais, têm maiores chances de alcançar melhores resultados."
Em março, 34 tribunais de contas também assinaram um acordo de cooperação com o MEC para a troca de informações sobre as metas e o estímulo à transparência na prestação de contas. Segundo o ministério, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) deve publicar em setembro o balanço dos dois primeiros anos do PNE, conforme exigido pela lei. 
Em entrevista ao G1 , Renato Pedroso Lauris, assessor técnico do grupo de trabalho, explica que a punição não é automática e varia. "Vai caber a cada tribunal de contas, na sua esfera, saber qual é a melhor forma de atuar, conhecendo a realidade. Às vezes, o gestor traz elementos para demonstrar que houve esforço para tentar atingir a meta", explicou ele. 
Por isso, o primeiro passo do grupo foi elaborar um diagnóstico com a evolução da taxa de atendimento no decorrer dos anos. De acordo com Lauris, a taxa pode varia de um ano para outro por diversos motivos, por isso é importante verificar o resultado dos trabalhos de gestão durante períodos mais longos. "A evolução serve para isso, para ter esse contraponto. Em alguns casos, em determinado período as estavam baixas, mas houve realmente esforços para tentar melhorar. É preciso saber relevar, não adianta chegar um gestor em determinado momento e fazer mudanças tão rápidas em um curto espaço de tempo. É algo que tem que ser ponderado", disse. 
Por outro lado, Lauris lembra que a evolução também demonstra se a gestão pública não aplicou esforços para melhor a situação da rede. "Indica que passou bastante tempo e nada foi feito. Pode ter casos em que a rede está muito distante de uma meta e, durante a gestão daquele prefeito, a gente diagnosticou a partir dos dados e viu que não se tomou medidas, isso demonstra omissão."
Entre as consequências de casos em que for demonstrada a omissão, é possível que o tribunal de contas responsável reprove as contas do gestor, explica o assessor. Além disso, os tribunais poderão cobrar dos gestores planejamentos concretos sobre as ações a serem tomadas, como um plano orçamentário previsto para a ampliação de vagas. 
Pré-escola universal 
A obrigatoriedade também se estende às crianças de 4 a 5 anos, que estão em idade pré-escolar. Essa regra faz parte da meta 1 do PNE, que aborda a educação infantil. Nesse caso, os estados apresentam uma taxa um pouco mais elevada, em comparação ao atendimento dos adolescentes, mas nenhum deles cumprirá a meta de ter 100% das crianças dessa faixa etária na escola.
Apenas o Distrito Federal se distanciou da meta entre 2009 e 2014. No ano mais recente, 82,7% das crianças de 4 a 5 anos estavam matriculadas na pré-escola, mas, em 2009, a taxa de atendimento foi de 86,1%. Atualmente, o DF é a segunda unidade federativa do país com a maior distância entre a realidade e a meta do Plano Nacional de Educação. Ele perde para o Tocantins, onde a taxa de atendimento era de 80,6%. 
Procurado pelo G1 , o MEC afirmou que "as ações para a educação infantil realizadas pela gestão anterior foram focadas apenas em creche" e que pretende "ampliar os recursos com vistas à universalização da pré-escola".
Causas e soluções 
O estudo ressalta que, embora a nova regra de universalização do ensino se aplique às faixas etárias das crianças e dos adolescentes, as causas que ainda impedem o cumprimento das metas são diferentes e, por isso, exigem soluções distintas. "Enquanto nesta faixa etária [4 e 5 anos] há maiores dificuldades quanto à expansão da oferta de vagas, naquela os grandes problemas são o abandono e o alto índice de reprovação", diz o texto.
Para as crianças em idade pré-escolar, a falta de vagas nas redes ainda parece um problema de difícil solução. Embora a maior parte do país tenha avançado, desde 2009, rumo à universalização, o estudo da Atricon e do IRB mostra que, no período anterior, entre 2004 e 2009, o ritmo do avanço foi maior em 19 estados e no Distrito Federal. 
Os únicos estados em que a taxa de crianças de 4 e 5 anos matriculadas na escola seguiu em ritmo crescente, na comparação dos dois períodos, são Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina. 
"Chama a atenção que, além não haver expectativas de universalização até 2016, principalmente nos estados com atendimento menor, há uns quantos que reduziram o ritmo do avanço", explicou Lauris, do grupo de trabalho.
G1 

By Silvano Silva ✔ | | Posted in | With 0 comments
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A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que o WhatsApp seja bloqueado em todo o Brasil, informou a GloboNews nesta terça-feira (19). As empresas de telefonia foram notificadas após o Facebook se recusar a cumprir uma decisão judicial para fornecer informações para uma investigação policial.
Não é a primeira vez que um tribunal decide pela suspensão do acesso ao aplicativo no Brasil. Um dos bloqueiros anteriores ocorreu em dezembro de 2015, quando a Justiça de São Paulo ordenou que as empresas impedissem a conexão por 48 horas em represália ao WhatsApp ter se recusado a colaborar com uma investigação criminal. O aplicativo ficou inacessível por 12 horas e voltou a funcionar por decisão do Tribunal de Justiça de SP.
Bloqueio em maio
A investigação que culminou no bloqueio do em maio deste ano foi iniciada após uma apreensão de drogas na cidade de Lagarto, a 75 km de Aracaju.
O juiz Marcel Montalvão pediu em novembro de 2015 que o Facebook informasse o nome dos usuários de uma conta no WhatsApp em que informações sobre drogas eram trocadas. As informações desse processo corriam em segredo de Justiça.
Segundo o delegado Aldo Amorim, membro da Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal em Brasília, a investigação foi iniciada em 2015 e esbarrou na necessidade informações relacionadas às trocas de mensagens via WhatsApp, que foram solicitadas ao Facebook. A empresa não cumpriu a decisão.

Com G1
By Silvano Silva ✔ | | Posted in | With 0 comments
armas-dinheiro- rouboUma dupla de assaltantes foi presa no final da tarde desta segunda-feira (18) pelo Copom da 3ªCia/7ºBPM quando agiam na rodovia estadual PB  073  entre as cidades de Mari e Sapé, Zona da Mata da Paraíba.
A polícia foi acionada pelas vítimas dos assaltos, que determinou ao Motopatrulhamento composto pelos Soldados Eduardo e João Paulo, que obtendo as características dos indivíduos, iniciou as buscas.
As vítimas, além de dar características físicas e de vestimentas, informaram que os assaltantes estavam armados e fugiram em uma moto Honda pop100 vermelha.
A rapidez da ação foi primordial para o sucesso da ação, pois durante a fuga, na própria rodovia, localizou e realizou a prisão dos dois elementos que são residentes em Mulungu, na região do brejo, cidade para onde estavam fugindo.
Com os assaltantes foi apreendido 3 celulares, um simulacro de revólver e R$ 1.034,00,  produtos dos assaltos.
Os indivíduos, reconhecidos pelas vítimas, receberam voz de prisão e junto ao material apreendido foram apresentados a Autoridade Policial.
Da Redação 
Do ExpressoPB/Informações da PM
By Silvano Silva ✔ | sábado, 16 de julho de 2016 | Posted in | With 0 comments
Kits-EscolaresOs professores da rede municipal de ensino da cidade de Mari, Zona da Mata da Paraíba, “encheram” a caixa de contato doExpressoPB.com a cerca de 15 dias com críticas ao Kit Escolar distribuídos com os alunos da rede municipal. Apesar das frequentes críticas a editoria do portal não havia se debruçado para analisar a fundo o assunto.
Nesta sexta-feira (15) uma professora, que preferiu não se identificar temendo retaliação, procurou o Escritório do ExpressoPB para entregar em mãos um exemplar do kit distribuído pela secretaria de Educação de Mari, bem como uma foto do kit distribuído pela secretaria de Educação da vizinha cidade de Sapé.pis de pintar, dois lápis grafites, duas borracha, uma lapiseira, uma caneta e uma cola. O material foi entregue em uma sacola plástica, daquelas de supermercado.
No kit entregue aos alunos de Sapé, consta uma mochila, um estojo com caneta esferográfica, grafite , lápis de pintar, borracha, régua, cola, lapiseira, uma agenda, uma caderno grande e um caderno de matérias, além de uma garrafa de águaEnquanto em Mari as professoras reclamam da má qualidade dos kits distribuídos, as professoras de Sapé comemoram a qualidade do material, a exemplo da Professora Maricélia Farias.
Kit escolar de Sapé
Kit escolar de Sapé
Kit Escolar de Mari
Kit Escolar de Mari
                                                                  

Da Redação 
Do ExpressoPB 
By Silvano Silva ✔ | sexta-feira, 15 de julho de 2016 | Posted in | With 0 comments


goo.gl/dAoYEo | A Câmara dos Deputados aprovou, por 129 votos a favor e 8 votos contra, o texto do projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento. O texto assegura a todos os cidadãos, a partir dos 21 anos, o direito de possuir e portar armas para defesa própria e do patrimônio, bastando cumprir e justificar requisitos legais.

Deputados e senadores também poderão andar armados e pessoas que respondem a inquérito policial ou processo criminal também poderão ter porte. A concessão para compra de armas e porte de arma de fogo baixa de 25 anos para 21 anos. O Estatuto estabelece que é preciso que o solicitante justifique a necessidade de ter uma arma de fogo, e que o pedido será analisado pelas autoridades e pode ser negado.

O texto proíbe porte de arma de forma ostensiva. O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Laudivio Carvalho (PMDB-MG), para o Projeto de Lei 3722/12 e outros 47 projetos apensados. Existem vários tipos de licença, como licença funcional, pessoal, licença para o porte rural e a licença de atirador e caçador. Essas licenças são pessoais e válidas em todo o território nacional pelo prazo de 10 anos. Porém o Estatuto determina que o porte seja renovado a cada três anos.

O Deputado Sarney Filho (PV-MA) declarou: “Facilitar o porte de arma é incentivar a violência. A arma é a expressão maior da violência. Não vejo como fazer a defesa dos cidadãos ao dizer que com a arma eles se tornarão mais tranquilos. Bala chama bala, arma chama violência”.

Paz

"Que estranho bicho o homem. O que ele mais deseja no convívio inter-humano não é afinal a paz, a concórdia, o sossego coletivo. O que ele deseja realmente é a guerra, o risco ao menos disso, e no fundo o desastre, o infortúnio. Ele não foi feito para a conquista de seja o que for, mas só para o conquistar seja o que for. Poucos homens afirmaram que a guerra é um bem (Hegel, por exemplo), mas é isso que no fundo desejam. A guerra é o perigo, o desafio ao destino, a possibilidade de triunfo, mas sobretudo a inquietação em ação", disse Vergílio Ferreira, no livro 'Conta-Corrente IV'.

Por Fabricio Mateus
Fonte: br blastingnews