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Os
direitos dos trabalhadores na Paraíba ainda não são completamente
respeitados pelos seus empregadores, de acordo com o presidente da
Central Única dos Trabalhadores, Paulo Marcelo.
Segundo Paulo
Marcelo, "a gente nunca consegue atingir 100% dos direitos respeitados" e
as reclamações são frequentes. Em especial na época de fim de ano, a
maior quantidade de reclamações decorre derivada de problemas com o
pagamento do 13º salário e férias.
Paulo recomenda ao trabalhador
que caso haja algum problema, sua atitude deve ser a de recorrer ao seu
sindicato. "É preciso recorrer ao sindicato para que ele atue e que faça
ser cumprido", alertou o presidente da CUT-PB. No caso de problemas com
o empregador, o sindicato intermediará a resolução do episódio e, se
for o caso, o Ministério Público do Trabalho também pode ser acionado.
As
reclamações mais recorrentes acerca de problemas com direito dos
trabalhadores, é a questão da assinatura da carteira de trabalho. De
acordo com Paulo Marcelo, mais de 20% dos trabalhadores da construção
civil não têm sua carteira assinada. A grande maioria dos trabalhadores
domésticos também seguem na mesma linha. A ausência de assinatura na
carteira do trabalhador impede que ele goze de direitos essenciais, como
férias, pagamento do 13º salário e recebimento do FGTS.
Paulo
afirmou ser perceptível a mudança no perfil dos trabalhadores se
comparado a dez anos atrás. Antigamente, "eram muito mais parados, hoje
são mais vigilantes", comenta o presidente da CUT-PB, que relaciona a
mudança de postura à nova geração que está ocupando os postos de
trabalho.
Acerca da responsabilidade dos empregadores com o
cumprimento dos direitos de seus empregados, Paulo Marcelo atribui à má
vontade dos mesmos. "É alarmante o descomprometimento com aquilo que é o
básico, que são os direitos básicos das categorias", reclamou o
presidente da CUT-PB.
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