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Artistas se revoltam com Diretor de Cultura de Mari/PB após departamento gastar mais de R$ 98 mil sem explicar onde foi investido
quarta-feira, 28 de maio de 2014 Posted by Silvano Silva ✔



Assis Firmino, Dir. de Cultura de Mari-PB
Assis Firmino, Dir. de Cultura de Mari-PB
O município de Mari, mata paraibana, é um dos poucos que tem gasto um montante de recursos considerável na área de cultura, através de um Departamento que é comandado pelo sindicalista Assis Firmino.
De janeiro a março deste ano a rubrica com cultura já consumiu dos cofres públicos R$ 98.373,13, segundo consta no Sagres do Tribunal de Contas do Estado, mas o Diretor de Cultura do município diz não saber em que foi aplicado os recursos.
Enquanto isso, o setor de Agricultura investiu nos três primeiros meses de 2014 uma cifra muito inferior, chegando ao quantia de R$ 65.406,02 apenas.
No último sábado (24) o Diretor de Cultura de Mari, Assis Firmino, participou do Programa Araçá em Debate da Rádio Araçá FM e quando foi indagado onde teria sido aplicado mais de R$ 200 mil reais em 2013 e em apenas três meses de 2014 já terem sido gasto mais de R$ 98 mil, o diretor afirmou não saber já que o mesmo não é ordenador de despesa e que apenas é dirigente do órgão. Aparentemente nervoso e descompensado, começou a inquirir o apresentador Severino Ramo sobre questões referentes a gestão da emissora, negando-se inclusive a responder qualquer questionamento dos apresentadores da bancada do Araçá e Debate, tão pouco a questionamentos dos ouvintes.
O Babauzeiro Miro reclama de cachê atrasado
O Babauzeiro Miro reclama de cachê atrasado
O clima ficou ainda mais tenso depois que vários artistas compareceram a porta da emissora para fazer cobranças ao Diretor de Cultura, desde apoio a eventos até pagamento de cachês que a prefeitura ficou sem pagar.
O famoso e conhecido Miro do Babau foi um dos que denunciou que fez apresentação para o Departamento de Cultura a quase um ano e que até o presente momento a Prefeitura mesmo tendo gasto volumosos recursos até aquele momento não tinha pago o seu cachê.
O Diretor de Cultura de Mari tem propagado nos quatro cantos que vai fazer uma revolução cultural na cidade, mas tem provado uma ‘revolta cultural’ entre os artistas que não tem recebido apoio e muito menos incentivo do poder público para as suas atividades, ao mesmo tempo em que ver volumosas quantias sendo gastos sem que o responsável pelo setor saiba se quer onde está sendo aplicado.

Da Redação do ExpressoPB

Silvano Silva ✔

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